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Japão continua à espera de notícias da Jordânia sobre reféns do Estado Islâmico

epa04414428 Syrian refugees wait behind barbed wire as Turkish soldier guard at the Syrian-Turkish border near Sanliurfa, Turkey, 24 September 2014. The Islamic State assault against dozens of Kurdish villages in northe

Estado Islâmico mantém como reféns o jornalista aponês Kenji Goto e o piloto jordaniano Muaz Kasasbeh

O Japão continuava hoje (30) à espera de notícias da Jordânia sobre a

situação do jornalista nipônico e do piloto jordaniano, feitos reféns pela organização Estado Islâmico, depois de ter expirado o prazo fixado pelo grupo jihadista para a sua execução.

“Estão sendo feitos todos os esforços possíveis para libertar Kenji Goto”, afirmou o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, referindo-se ao jornalista de 47 anos, sequestrado desde o fim de outubro.

“Pedi ao ministro dos Negócios Estrangeiros [Fumio Kishida] que continue atento”, declarou Abe, ao ser questionado pelos jornalistas sobre a forma como o governo está tratando o caso, em declarações citadas pela Agência Kyodo.

O Estado Islâmico fez, nessa quinta-feira, um novo ultimato que estabelecia como data limite “o pôr do sol, hora de Mossul” desse mesmo dia, ameaçando executar os dois reféns caso não fossem cumpridas as suas exigências. O prazo expirou.

O Estado Islâmico ameaçou matar o japonês Kenji Goto e o jordaniano Muaz Kasasbeh, caso Amã não libertasse a jihadista iraquiana presa e condenada à morte Sayida al Rishawi.

As últimas horas foram vividas em um ambiente de crescente tensão no Japão, depois de a troca ter sido aparentemente bloqueada, já que Amã pediu uma prova de vida do piloto antes de cumprir a exigência do grupo radical.

Tóquio mantém “total confiança” na gestão da crise por parte da Jordânia, disse o porta-voz do Executivo, Yoshihide Suga, em entrevista. Ele evitou comentar o atual ponto das negociações e o estado dos reféns.

Kenji Goto foi feito refém no fim de outubro, enquanto o piloto Maaz al-Kassasbeh foi capturado em 24 de dezembro, depois de seu avião, um F-16 da Força Aérea da Jordânia, ter caído na região de Raqqa, no Norte da Síria.

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