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Instituto promove atendimento oftalmológico gratuito no Rio

Os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que têm dificuldade em agendar consultas para oftalmologista podem ser atendidos hoje (29), na sede do Lions Clube, no Andaraí, zona norte do

Rio de Janeiro. No local, as pessoas são atendidas pelo programa social do Instituto Ver & Viver, uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos que tem colaborado em diversas campanhas de saúde visual no município.

A supervisora do Instituto Ver & Viver, Diana Paes, disse que o instituto “faz parte de um projeto global chamado 2.5 New Vision Generation, que tem como objetivo levar o acesso à correção visual ao maior número de pessoas possível. Com a parceria privada, foi desenvolvida uma lente pré-cortada de policarbonato que pode ser montada na hora, uma inovação deste projeto”. No Brasil, a ONG estabelece parcerias para realização de campanhas. O instituto ou o parceiro leva o médico até as pessoas para que tenham atendimento gratuito e oportunidade de adquirir os óculos por um valor acessível.

Além de atender crianças, o projeto estende-se a pessoas a partir de 18 anos, preferencialmente aos que nunca usaram óculos. Já os pacientes que necessitarem de correção para o tratamento de distúrbios oculares como a miopia e hipermetropia poderão adquirir na hora óculos com lentes adequadas que variam entre R$ 55 a R$ 120.

Alguns pacientes relataram a demora no atendimento na rede pública de saúde, como o montador de motos Johnnys Ricardo de Medeiros, de 27 anos. “ Fui a um clínico, depois tive que aguardar de três a cinco meses o agendamento pela Central de Regulação para uma possível marcação da consulta. O problema na minha vista esquerda só foi diagnosticado quando fui renovar a minha carteira de habilitação”, disse.

A ONG destacou que o cuidado com a visão e a correção de problemas comuns como miopia, astigmatismo e hipermetropia, que atingem desde crianças a idosos, é fundamental. Além disso, o paciente pode ter doenças crônicas como o glaucoma que, se não for diagnosticado precocemente pode causar a cegueira. Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que 2,5 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso às correções. No Brasil, ao menos 40 milhões de pessoas – cerca de 20% da população – estão nesta situação.

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