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PM dispersa manifestação contra reajuste de transportes em São Paulo

A Polícia Militar (PM) dispersou, por volta das 20h45, com bombas de efeito moral e balas de borracha, a quarta manifestação contra a elevação da tarifa do transporte público (metrô, trem

e ônibus), organizada pelo Movimento Passe Livre (MPL) na capital paulista. A marcha, iniciada por volta das 18h25, percorreu ruas do centro da cidade, passou pela prefeitura, Secretaria Estadual de Transporte Metropolitano, Câmara Municipal e seguia para seu final no cruzamento das ruas Ipiranga e São João.

A manifestação era pacífica até que explosões foram ouvidas nas proximidades do Largo Paissandu, na região central da cidade. Segundo a PM, rojões e bombas foram atiradas contra policiais. A polícia, no entanto, agiu atirando bombas de efeito moral e balas de borracha em meio à multidão, o que gerou correria e dispersou a manifestação. O jornalista Edgar Maciel, do jornal O Estado de S.Paulo, foi ferido na perna por uma bala de borracha. A PM deteve quatro manifestantes, que foram conduzidos à 2ª Delegacia de Polícia. Um deles estava ferido na cabeça, no momento da prisão.

Alguns ativistas queimaram uma Bandeira do Brasil quando a manifestação estava em frente à Câmara Municipal. Um grupo de manifestantes tentou invadir o prédio, mas foi contido pela polícia. Não houve confronto. Após a passeata ter sido dispersada, alguns ativistas mascarados depredaram uma agência bancária na Praça da República. Lixeiras foram destruídas e lixo espalhado pelo chão.

Segundo o MPL, participavam da manifestação cerca de 10 mil pessoas. A Polícia informou que havia 1,2 mil pessoas, e 1,1 mil policiais acompanhando.

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